Não existe, não vale a pena pensar numa coisa que não pode acontecer, faz cálculos infinitesimais, mais o amor não se calcula ele existe como uma avalanche no peito da gente e não sabe como veio.
Não calcula nem soma nem multiplica, é a força infinita do coração.
Poesias de Eriberto
sábado, 17 de janeiro de 2015
Ontem hoje e amanhã
Onde está guerra e seu amigo, nego cão.
Estão no sertão ou em algum lugar.
Eles estão acolar, aonde eu não sei.
Fizeram versos com professor Samuel;
Mac Dowell;
Cantaram saudade, ao seu lado.
Onde está guerra e seu amigo, nego cão!
Está na rua Nova.
Cantando versos de amor e serenata.
Lhes ensinavam, poemas de Shakespeare ao sabor,
Do vento no bar de Pilar.
Vi uma nega chamada Vilma.
Muito astuciosa, sabia nadar.
Cantava versos para nos embebecer
Tinha as unhas pintadas da cor do luar
Ninguém sabe onde foi morar.
Certa noite de luar.
Vi ela olhando uma estrela.
Que caía no mar.
Estão no sertão ou em algum lugar.
Eles estão acolar, aonde eu não sei.
Fizeram versos com professor Samuel;
Mac Dowell;
Cantaram saudade, ao seu lado.
Onde está guerra e seu amigo, nego cão!
Está na rua Nova.
Cantando versos de amor e serenata.
Lhes ensinavam, poemas de Shakespeare ao sabor,
Do vento no bar de Pilar.
Vi uma nega chamada Vilma.
Muito astuciosa, sabia nadar.
Cantava versos para nos embebecer
Tinha as unhas pintadas da cor do luar
Ninguém sabe onde foi morar.
Certa noite de luar.
Vi ela olhando uma estrela.
Que caía no mar.
'' Á Sergio Disco''
Sérgio caiu na contra-mão em Nova York!
Não sabia que era "one way",
Uma rua longa perto do subway.
Via o viaduto sem fim...
Pulou no Hudson de...
Passou de cabeça pra baixo.
Passou de metrô por baixo.
Por cima do trem...
Lá vai Sérgio sem vê ninguém!
Num gesto e sussurro.
Amém ou até logo, Nova York!
Fiz essa poesia para um amigo que inventou que foi a Nova York, ele mentia como o cão!
Não sabia que era "one way",
Uma rua longa perto do subway.
Via o viaduto sem fim...
Pulou no Hudson de...
Passou de cabeça pra baixo.
Passou de metrô por baixo.
Por cima do trem...
Lá vai Sérgio sem vê ninguém!
Num gesto e sussurro.
Amém ou até logo, Nova York!
Fiz essa poesia para um amigo que inventou que foi a Nova York, ele mentia como o cão!
Vaga Imprecisão
Não haverá no mundo quem possa avaliar.
A mínima espessura, não há matemática com infinito de grandezas,
que possa calcular.
O nônio ou vernier não saberão de precisar.
Ela está perdida no espaço.
Talvez ninguém saiba onde está.
Na noite de trevas, se perde no mar.
O décimo de milímetro estará a vagar .
Na incerteza da vida se perde o olhar.
Vaga imprecisão, dor sentida...
Águia de muitos vôos...
Estrofe sem métrica, sem compasso.
Passo disforme, noite sem lua.
Relógio perdido no tempo.
Nuvem e pássaro a cantar.
A mínima espessura, não há matemática com infinito de grandezas,
que possa calcular.
O nônio ou vernier não saberão de precisar.
Ela está perdida no espaço.
Talvez ninguém saiba onde está.
Na noite de trevas, se perde no mar.
O décimo de milímetro estará a vagar .
Na incerteza da vida se perde o olhar.
Vaga imprecisão, dor sentida...
Águia de muitos vôos...
Estrofe sem métrica, sem compasso.
Passo disforme, noite sem lua.
Relógio perdido no tempo.
Nuvem e pássaro a cantar.
Assinar:
Comentários (Atom)